SEXO NATURAL

                                            SEXO NATURAL   

                                                                                 INTRODUÇÃO


Quando Deus formou o primei­ro casal, dotou-o de estrutura físico-emocional e instinto sexual que o capacitam para a reprodução e preservação da espécie humana. O propósito de Deus é que os filhos procedam do casamento e não de outra maneira. A quebra dessa lei resulta em frutos amargos para a família. Deus assim dotou o ho­mem para propósitos específicos, puros e elevados. Portanto, a se­xualidade é parte natural e inte­grante do ser humano. No casa­mento, a sexualidade exerce papel fundamental e indispensável para o bom relacionamento entre os cônjuges e, como já foi dito, para a perpetuação do género humano, circunscrita ao plano de Deus para o matrimónio. Vamos refletir um pouco nesta lição sobre esse im­portante assunto.
I. VISÃO BÍBLICA DO SEXO
1. O sexo foi feito por Deus - Deus fez o homem, incluindo o sexo e "viu que tudo era bom" (Gn 1.31). As mãos que fizeram os olhos, o cérebro, também fizeram os órgãos sexuais. Aquele que criou a mente, criou também o ins­tinto sexual. No princípio, ao ser criado, o sexo era puro e sem pe­cado. Mas, com a transgressão de Adão no Éden, todas as faculdades do homem foram afetadas pelo pecado, inclusive o sexo.   
2. O homem participando da criação - Deus quis em sua soberania que o homem desse con­tinuidade à espécie, macho e fê­mea, indicando a clara e inequí­voca diferenciação entre os sexos(Gn 1.27). 

3. A intimidade e interação sexual é privativa dos casados - A ordem de crescer e multiplicar não foi dada a soltei­ros, mas a casados (Gn 1.27,28). Deus não quis que o homem vives­se só e lhe deu uma esposa, já for­mada, preparada para a união con­jugal. O ensino bíblico é que o ho­mem deve desfrutar o sexo com a esposa de modo normal, racional, sadio e amoroso não com a namo­rada ou noiva. Em Cantares de Salomão, tem-se a exaltação do amor conjugal. Este, não ocorre entre solteiros (Ct 4.1-12; Ef 5.22-25). Pesquisas indicam que 50% dos jovens evangélicos já pratica­ram sexo antes do casamento. Isso é pecado grave contra o próprio corpo, contra o Criador, contra a Palavra de Deus, contra o próximo, contra a Igreja e contra a família.
      II. O SEXO E A VIVÊNCIA CRISTÃ


1. Sua natureza. Quando terminou de criar todas as coisas (incluindo o homem), "viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom e foi a tarde e a manhã: o dia sexto" (Gn 1.31). O sexo, como já afirmamos, fez e faz parte da constituição físico-emocional do ser humano, desde a cria­ção. Logo, não é correto concebê-lo como algo imoral, feio, vulgar e pecaminoso. Deus não faria nada ruim. Ele planejou e formou o ho­mem, a "coroa da criação"numa totalidade, incluindo o sexo. O que tem arruinado o sexo e o tornado repulsivo por muitos é o seu uso
ilícito, antibíblico, antinatural, anticristão, anti-social e subhumano. Demónios podem atuar no ser humano na área do sexo (Os 4.12;5.4).

2. Suas finalidades. Aunião conjugal pautada nas Sagradas Es­crituras propicia:
a.) A procriação (Gn 1.27,28; SI 139.13-16). A procriação é o ato criador do Eterno através do ho­mem. Ele dotou o homem de ca­pacidade reprodutiva, instituiu o matrimónio e a família, visando a legitimação desse maravilhoso e sublime processo que a mente dos mortais jamais poderá explicar. "Frutificai e multiplicai-vos", foi a ordem do Criador (Gn 1.27,28).
b) O ajustamento do casal. Em l Coríntios 7.1-7, vemos uma ori­entação bíblica muito importante do apóstolo Paulo no que diz res­peito à intimidade conjugal. O apóstolo, nesta passagem, conside­ra os seguintes princípios:
   Prevenção (v.2): "mas, por causa da prostituição, cada um te­nha a sua própria mulher e cada uma tenha o seu próprio marido".Com isso, evita-se o adultério e a prostituição.
     •   Mútuo dever (v.3): "O marido pague à mulher a devida bene­­volência e, da mesma sorte, a mu­lher ao marido". É o dever do amor conjugal, no que tange ao atendi­mento das necessidades sexuais, a que tem direito cada cônjuge.
   Autoridade mútua (v.4): "A mulher não tem poder sobre seu próprio corpo, mas tem-no o marido; e também, da mesma manei­ra, o marido não tem poder sobre seu próprio corpo, mas tem-no a mulher". Não se trata aqui, da au­toridade por imposição, pela for­ça, mas sim pelo amor conjugal. Diga-se também que o marido não pode abusar da esposa, pratican­do atos ilícitos, carnais, abusivos e subhumanos, ou vice-versa.
Abstinência, consentida (v,5): Isto é importante no relacionamen­to do casal, Os cônjuges podem abster-se, por algum tempo, da práti­ca sexual, mediante o consentimen­to mútuo. Não pode haver imposi­ção de um sobre o outro. Caso de­cidam separar-se no leito conjugal, devem fazé-lo sob as seguintes con­dições: que haja concordância en­tre ambos,  que haja sabedoria quanto ao tempo determinado para dedicarem-se à oração e à discipli­na da vontade (de ambos).
c) A satisfação amorosa do ca­sal. Existem seitas ou religiões e, até evangélicos, que proíbem o prazer do sexo alegando que a fi­nalidade deste é somente a procri­ação. Isso não tem base na Bíblia. Vários textos nos mostram que Deus reconhece o direito de o ca­sal usufruir desse prazer. Em Pro­vérbios 5.18-23, o sábio recomen­da aos cônjuges que desfrutem do sexo, sem referir-se, neste caso, ao ato procriativo. Nesta passagem, porém, o homem é advertido quanto à "mulher estranha", a adúltera; e é incentivado a valori­zar a união conjugal honesta e san­ta, exaltando a monogamia, a fi­delidade (ver Ec 9.9; Ct4.1-12;7.1-9). No Antigo Testamento, a "lua-de-mel" durava um ano! (Dt 24.5).
    
    3. Ante a lei divina. A vida sexual do casal, na ótica bíblica: a) Deve ser exclusiva ou monogâmica Deus condena de forma veemente a poligamia (Gn 2.24; Pv5.17).b)Deve ser alegre. O casal tem direito de usufruir do contentamento propiciado pela intimidade matrimonial (Pv 5.18) c)Deve ser santa. (l Pé 1.15 e lTs 4.4-8). A santidade se aplica também ao nosso corpo, uma vez que o Espirito Santo habita em nós (l Co 6.19,20), razão pela qual toda e qualquer prática sexual ilí­cita (aberrações, bestialidade etc.) não devem ser permitidas; além de
pecaminosas, não contribuem parao ajustamento espiritual do casal.) Deve ser natural (Ct 2.6;8.3). As relações sexuais anal e com animais são antinaturaís e subhumanas,portanto, reprováveis. Os pecados do sexo são responsáveis por mui­tas doenças, inclusive as denomi­nadas "sexualmente transmissíveis(DST) que vêm ceifando milhõesde vidas no mundo inteiro, prin­cipalmente a AIDS. Essas práticas sexuais reprováveis estão sujeitas a juízo (Hb 13.4).
        
          III. O  SEXO  FORA  DO  CASAMENTO É PECADO

Sexo premarital é pecado e, igualmente o extramarital.
l. Fornicação. Prática do se­xo entre solteiros ou entre casado e solteiro. O fornicário não entra no céu (Ap 21.8; Gl 5.19 e l Co 6.18).
2.   Adultério. Relação sexualde casados com pessoas que não são seus cônjuges (Mt 5.27; Mc 10.9 e Rm 13.9). É grave e desastroso pecado (Pv. 5.1-5).
3.   Prostituição. Em sentido geral, envolve todas as práticas se­xuais pecaminosas. Em sentido es­trito, é a iintimidade sexual com prostitutas e a infidelidade conju­gal. Deus a proíbe com veemência (Dt. 23. 17); é grave pecado (1Cor 6.16); é insanidade, loucura, estu­pidez e torpeza (Pv 7. 4-10; l Cor 6.15-18).
4.   Homossexualismo. É aprática sexual entre pessoas do mesmo sexo. Contrariando a opi­nião de muitos, a Bíblia condena,pois é abominação ao Senhor (Lv 20.13; 18.22; Dt 23.17,18), perver­são sexual de Sodoma - sodomia Gn 19.5). Deus destruiu cidades por causa disso (Dt 23.17). Não entram no Reino de Deus os que praticam tais atos (l Co 6.9,10).
     5.   A masturbação. Há ensi­adores que não a consideram pe­cado de forma alguma. Outros, dizem que é totalmente errado. Ou­tros, ainda, dizem que, se não for por vício, mas por necessidade, torna-se moralmente justificável. De qualquer forma, é pecado, por contrariar o plano de Deus, pois o sexo não deve ser egoísta, mas par­tilhado com outra pessoa, no âm­bito do casamento. A masturbação está sempre associada a fantasias sexuais.
                                                   

   CONCLUSÃO
 
Conhecereis a Verdade e Ela vos libertará. Não erreis pois Deus não terá por inocente os que conhece a PALAVRA  e não a prática.

1 Response to "SEXO NATURAL"

  1. JRicardo says:

    Caros amigos,devemos tomar cuidado com as ciladas do diabo,
    pois ele tem um intersse de destruir todos os relacionamentos.

Postar um comentário

Jesus esta voltando Blogger criar site | procurando fazer o bem JRicardo