.::LIBERTO DE TODA CULPA::.


O CASO DA MULHER ADÚLTERA Cura pela Palavra de Deus para a culpa
Texto Base: João 8.1-11
Não é difícil pecar, decepcionar a Deus e a nós mesmos. Não é difícil mentir, adulterar, exceder-se no namoro, ser desonesto, ceder á lascívia, maldizer, magoar, quebrar promessas, render-se a um vicio. Difícil é conviver com a culpa que o pecado traz.
O sentimento de culpa é uma das forças mais poderosas que podem agir sobre nossas emoções. E ele está, de alguma forma, presente em todas as enfermidades interiores. Para resistir ao seu peso esmagador, o ser humano toma as atitudes mais diversas e radicais. Todas as pessoas vêem-se às voltas com a culpa e tentam lidar com ela, muitas vezes, da maneira errada. Constatamos isso na experiência dos personagens bíblicos e também na do homem moderno. Diante da culpa, alguns;
Esquivam-se como Adão ( Génesis 3.11-12)
Endurecem-se como Caim (Génesis 4.8-9}
Fogem como Moisés (Êxodo 2.11-15)
Enlouquecem como Saul (i Samuel 16.14)
Consomem-se como Davi (Salmos 32.1-5)
Choram como Pedro (Mateus 26.75)
Suicidam-se como Judas (Mateus 27.3-5)
A experiência da mulher adúltera, no entanto, ensina-nos a forma adequada e saudável de lidarmos com esse sentimento. Com ela aprendemos que só aos pés de Jesus podemos obter o alívio para esse peso, da culpa.

RECONHECENDO A CULPA
O primeiro passo para superar o sentimento de culpa é reconhecer o pecado. É por relutar em admití-lo que a maioria das pessoas afunda-se no remorso e na manipulação, em vez de crescer com seus erros e livrar-se deles.
O primeiro personagem que nos chama atenção nessa história é o adúltero. Ele merece destaque pelo simples fato de não aparecer no texto. Onde está ele? Obviamente o adultério é o tipo de pecado que não dá para se cometer sozinho! Mas a mulher foi levada à presença de Jesus sozinha. Na verdade, o que a lei estipulava ê que ambos os envolvidos no pecado fossem mortos. (Leia Lucas 20.10). Então, por que o homem não foi também? Talvez no seu coração ele não se sentia culpado. Amparado por uma consciência cauterizada e por uma sociedade machista, provavelmente o seu raciocínio era: "por que devo ser corrigido ou julgado? Não fiz nada de mais. Sou homem, e dos homens se esperam atitudes desse tipo. As mulheres, sim, devem ser recatadas e fiéis. Ela cedeu. Eu não tive culpa". Ele fazia uso de um mecanismo psicológico conhecido como "negação". Negava qualquer culpa para si mesmo, privando-se, de qualquer perdão.
Saiba que, ao menos que você amoleça o coração e assuma suas falhas, culpas e pecados, não poderá ser transformado pelo Senhor em um vaso novo, uma nova criatura. Sua vida não terá conserto! Claro, isso não é fácil. É sempre mais cómodo apontar o erro alheio, responsabilizar os pais, o mundo, os outros e mesmo Deus pelo que dá errado na vida. O primeiro passo é decisivo e o indispensável é reconhecermos a culpa, para que partamos da derrota em direção à vitória.
CONFESSANDO O PECADO
Ao contrário dos demais, a mulher adultera não tentou negar, justificar ou transferir suas responsabilidades, embora pudesse tentar fazê-lo, como os outros personagens da história. Assumiu a culpa, confessando-a com seu silêncio. Aquela mulher tinha, de fato as suas culpas. E fez com elas (suas culpas) o que de mais saudável um humano pode fazer: confessou-as. A Biblia diz: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia". (Provérbios 28.13).
Assuma as suas responsabilidades. Deixe de negar, projetar, esconder. Confesse seus erros humildemente ao Senhor, e faça-o de modo especifico: chame o pecado pelo nome! Exponha a Jesus as impurezas de seu coração, a fim de que ele tenha a oportunidade de levá-lo. Arrependa-se, e aposse-se do perdão. Paulo declara em Romanos 8.1: "Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus".
RECEBENDO O PERDÃO
Ao alimentar um mórbido sentimento de culpa, o ser humano nada mais faz do que se submeter a uma agonia desnecessária. Nossa dificuldade em aceitar o fato de que Deus nos perdoa quando, arrependidos, lhe confessamos os nossos erros, resulta da posição orgulhosa do nosso coração. No fundo, não aceitamos que a solução para o sentimento de culpa não esteja em nossas mãos. Continuamos achando que é preciso fazer alguma coisa. Achamos que podemos e devemos pagar pela nossa restauração, não queremos ficar devendo nada para Deus.Mas o fato é que não podemos pagar nada. Somos absolutamente impotentes, tudo o que nos resta a fazer é receber.
Meu querido irmão há alguma culpa a afligi-lo? Não se endureça. Você não deve racionalizar, esconder, transferir e nern manipular. Tampouco fique afundando-se no remorso e na autocondenação. Confesse-a e deixe-a aos pés da cruz. Certamente sua vida será bem diferente daí em diante.
À medida que formos caminhando ao lado de Cristo, erraremos menos e encontraremos formas mais saudáveis e espirituais de lidarmos com os erros que, ainda cometermos.
Aquela mulher foi levada aos pés de Cristo violentamente, arrasada pelos fariseus, sob os gritos da multidão. Mas nós temos o privilégio de ser conduzidos à sua presença pela voz firme e suave do Espírito Santo, É ele quem nos convence do pecado, da justiça e do juízo. (João 16,8). A voz do Espírito nos fala ao coração, toca nossa consciência, coloca diante de nós o pecado para pagá-los.
Você está ouvindo a voz do Senhor neste momento? Não estará na hora de dizer alguma coisa para o Senhor?
Leituras Complementares;
       Salmo 51; João1:8-10; Romanos 5:1-8


CONTATOS: (21) 88137845
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