sábado, 16 de abril de 2011

CECPAC



CECPAC
CENTRO DE ESPORTES PEQUENO ATLETA DE CRISTO
A. F. R.  há quinze anos, mora em São João de Meriti e vive rodeado pela miséria, drogas e crime. Ele poderia ser mais uma dessas crianças que os jornais, por serem impedi­dos pela lei de divulgar o nome de menores infratores, fosse reconhecido apenas pelas iniciais. Porém, A. F. R. ou melhor, Ale­xandre Freitas Pinto, graças a um programa nascido da inicia­tiva de um cidadão comum, con­seguiu, uma vaga no time juvenil do Nova Iguaçu Futebol Clube. “Nunca me envolvi com drogas, mas se não fosse o projeto do profes­sor Zezinho, não sei que rumo tomaria minha vida”. Zezinho é o apelido de José Corrêa Neto, 62 anos, um mar­ceneiro que resolveu, dar aulas de futebol aos sá­bados a crianças com quase ne­nhuma perspectiva de ascensão social. Na verdade, ele usa o fu­tebol como isca para atrair esses jovens e tentar saber quais os problemas que cada um enfrenta no dia-a-dia. “Comecei esse projeto há vinte e sete  anos, com dez crianças, hoje são quase 100 jo­vens que vêm aqui, todos os sábados, para jogar bola. Queremos agora conseguir patrocínio para cons­truir uma Sede própria”.
No decorrer de todos esses anos muitas pessoas tiveram suas vidas transformadas pelo o PODER do ESPIRITO SANTO. Porém estamos precisando muito de ajuda, de “pessoal”; se você quer exercer a sua habilidade ou é um profissional na área da saúde, educação, esporte e lazer venham conhecer e participar desse projeto.

    

VISÃO DO PROJETO
Evangelizar crianças e adolescentes, atraindo-os através do esporte, para que se tornem pessoas salvas em Cristo, podendo segundo a vontade de Deus se tornar futuros atletas que com conhecimento bíblico evangelize ou­tros.
A Bíblia diz que devemos ensinar ao menino o caminho em que se deve an­dar, para quando crescer não se desviar dele, e é isso que fazemos todas as ve­zes que nos reunimos.

NOSSAS ATIVIDADES
Nos reunimos todos os sábados com crianças e adolescentes, de 8:00hs as 12:00hs, no CIEP Josué de Castro, no Parque Alian, para realizarmos atividades esportivas. Porém antes de iniciar­mos as atividades, servimos um lanche e trazemos ensinamentos da Palavra de Deus e cidadania.
Também são feitas visitas periódicas aos nossos alunos em suas escolas e em suas casas, dando um apoio espiritual mais completo aos alunos e seus famili­ares.
NECESSIDADE DO PROJETO
Alcançar recursos financeiros para com­prar um espaço e construir uma sede pró­pria para acomodar melhor nossos jovens atletas, receber suas famílias e os nossos futuros patrocinadores.

PATROCINADORES
Precisamos de patrocinadores para conseguir uma melhor infra-estrutura, pa­ra darmos continuidade as nossas atividades, com condições mais adequadas.









BENEFÍCIOS
As igrejas através de agendamento po­derão utilizar o espaço para diversas atividades, desde cerimônias a esportes.

INFORMATIVOS
Manteremos nossos patrocinadores informados com relatórios mensais de todas nossas atividades.

ENVISTA NESSA OBRA 
E SEJA VOCÊ TAMBÉM 
UM MANTENEDOR DE MISSÕES.









SEDE ADMINISTRATIVA
AV. SARAPUI, Nº 26 - PQ. ALIAN
SÃO JOÃO DE MERITI - RJ
TEL.:(21) 3752-5235

sexta-feira, 15 de abril de 2011

.::DROGAS TEM QUE PERMANECER ILEGAIS::.
Drogas
Para aqueles que argumentam que liberar as drogas reduz a criminalidade e a violência, isso é uma grande inverdade ou um grande equívoco. Em se tratando de Brasil (e não da Europa, onde a maioria consegue sustentar o próprio vício sem precisar praticar crimes), a liberação das drogas, a bem da verdade, pode até acabar com o tráfico de substâncias entorpecentes (a droga poderia ser vendida), mas até aí acabar com roubos, furtos, extorsões, seqüestros, crimes fiscais (lavagem de dinheiro) e acidentes de trânsito com vítimas lesionadas ou fatais, isso se trata de um grande engano. Com referência a furtos e roubos estes continuariam a existir, visto que se a pessoa não tem dinheiro para adquirir a droga (seja ela vendida pelo traficante, num balcão de um bar ou ainda nos fundos de um quintal) continuaria buscando no patrimônio dos outros os recursos para tanto; e isso até independe do tipo de droga. Além de droga ser droga (que é o óbvio), qualquer droga (principalmente as ilícitas) costumam ser degraus para outras mais pesadas; apenas uma minoria consegue se manter num único tipo de droga (somente aqueles que se julgam mais intelectualizados); por essa razão, não venham aqueles de classe média ou alta, alguns, inclusive, com grande capacidade intelectual e cultural (e que normalmente têm plenas condições de sustentar seu vício sem praticar outros crimes), falarem que no Brasil, onde a desigualdade social e econômica é bem elevada, a maconha é uma droga que não faz mal e pode muito bem ser consumida. O Brasil vai demorar muito para ter uma distribuição de renda “per capita” igualitária, e não pode ser comparado ainda a uma Holanda ou a uma Suíça.                       Além disso, com essa liberação, imagine como aumentaria o comércio clandestino de drogas, o qual não seria mais considerado crime, todavia continuaria sendo comercializado em “fundos de quintal” e de forma irregular, burlando o fisco e a arrecadação fazendária, já que para esse tipo de mercadoria (tidos como não essenciais) os impostos, com certeza, seriam bem mais pesados. A conseqüência disso seria remessas de dinheiro destinadas ao exterior, sem o pagamento de impostos, aumentando o número de receitas não declaradas (com lavagem de dinheiro), o que lesaria consideravelmente o erário. E os roubos? Porque não dizer também que os próprios estabelecimentos fornecedores de drogas ilícitas (clandestinos ou legalizados) poderão ser vítimas de um drogado sem dinheiro e em crise de abstinência?                         E com relação aos acidentes no trânsito (que matam até mais do que a criminalidade)? Estes também aumentariam consideravelmente, vez que, hodiernamente, cerca de 80% (oitenta por cento) dos acidentes de trânsito são resultados da ação imprudente de motoristas alcoolizados, sendo que, imaginem numa situação de liberação de drogas, o que esse número de acidentes aumentaria tendo motoristas não só alcoolizados, mas também drogados ao volante.                         Muito também se fala que o viciado é um doente e a questão das drogas seria de saúde pública. Aqui, evidente que se a pessoa fizer uso, de forma constante, de substância entorpecente (malgrado a lei preveja essa conduta como crime), possivelmente esta acabará tendo, com o decurso do tempo, uma neuropatologia e, conseqüentemente, a droga o deixará doente, acarretando prejuízos ao seu sistema nervoso e também um aumento de gastos com a saúde pública (o que também traz gastos ao erário e porque não dizer a toda coletividade que custeia o erário). O problema, além disso, é que muitos não ficam só no consumo, mas também extrapolam para furtos, roubos, seqüestros e homicídios caso lhes faltem recursos para sustentar o vício, crimes esses que, em vários casos, se iniciam dentro da própria família. Para as várias situações criminosas, se estaria liberando o consumo, mas, ao mesmo tempo, abrindo-se as portas da Cadeia para aqueles que não têm condições de sustentar o vício por conta própria e que lesam o patrimônio alheio quando do cometimento de outros crimes.                         Então se indaga: é justo liberar as drogas só para os ricos, ou somente para aqueles que tem condições de sustentar o vício sem lesar o patrimônio de uma pessoa inocente, patrimônio esse, muitas vezes, conquistado com muita luta e suor? É evidente que não; não haveria nenhuma igualdade nessa situação. Além disso, aqueles que defendem a liberação da maconha sequer imaginam que também poderão ser vítimas de furtos, roubos ou seqüestros daqueles que são viciados como eles, mas que, diferente deles, não conseguem, por conta própria, sustentar o vício ou ficar só utilizando maconha, mas fazendo uso de outras drogas, como o crack, por exemplo, de efeitos devastadores e agressivos. Existem, inclusive, pais usuários que estão sendo vítimas de furtos ou agressões de seus próprios filhos que, também viciados, procuram no patrimônio do pai a satisfação de seu vício.                   Por isso, nesses casos, não se tem um problema quase que exclusivamente relacionado à saúde, mas também relacionado à vida e ao patrimônio de outras pessoas, as quais, como dito, podem ser os próprios viciados ou os seus familiares. A maconha também não é igual ao álcool ou o cigarro, que, apesar de serem drogas que causam inúmeros danos coletivos (principalmente o álcool), possuem um grau de dependência baixo e médio, respectivamente. A maconha, diferentemente, traz maiores conseqüências, pois é uma droga com grau de dependência bem mais elevado, e que, por essa razão, se for liberada, a grande maioria dos usuários não a utilizarão apenas socialmente, mas sim se tornarão verdadeiros viciados. E o pior é que essa quantidade de viciados será bem maior do que a de viciados em álcool, já que a capacidade de viciar e manter no vício da droga ilícita supera em muito o álcool.  Todavia, convém esclarecer que isso não exclui o álcool de ser uma droga que também traz inúmeros malefícios às pessoas.                       Também dizer que a solução estaria no governo fornecer a droga gratuitamente é um equívoco de consideráveis proporções. Como podem os órgãos públicos fornecer gratuitamente substâncias que provocam prejuízos à saúde ou que causem alterações psicológicas que podem levar ao cometimento de condutas ilícitas, principalmente o cometimento de crimes de trânsito, os quais, inclusive, proporcionalmente, matam muito mais do que a criminalidade. Acrescenta-se, outrossim, o aumento considerável dos gastos com a saúde pública na recuperação dessas pessoas, não só as vitimizadas por acidentes, mas também as de patologias advindas do próprio uso de drogas, sem contar os suicídios ocorridos em razão da depressão provocada pelo vício. Então, ao contrário do que alguns pensam, o problema de quem usa droga não é só dele (usuário) ou da saúde dele, mas sim de toda a coletividade; ou seja, não é meramente individual, mas também social.                                Destarte, a liberação das drogas ilícitas não é o caminho adequado; pelo contrário, pode gerar outras conseqüências também extremamente graves. O que se tem a fazer, além da repressão legal, é educar, orientar e fiscalizar os nossos jovens (incansavelmente) para que não entrem no mundo das drogas e não se tornem reféns desse vício cruel. É extremamente importante prender os traficantes, principalmente os “peixes grandes”, mas não se pode esquecer que outros peixes grandes (ou peixes menores promovidos a grande) serão colocados no lugar e, infelizmente, essa rede criminosa irá se reestruturar. Só a prevenção é 100% eficaz; “se não tem quem compra, não tem quem vende”; “se não existe o vício, não existe o roubo ou o furto para sustentar esse vício”. O usuário é o principal alimentante de todo esse sistema, e porque não dizer, acaba contribuindo, mesmo muitas vezes sem nenhuma intenção e de forma indireta, para ao aumento da violência; por isso, todos têm que fazer a sua parte. Essa missão cabe a todos - pais, educadores, políticos e a toda a sociedade civil organizada; evitar que pessoas entrem nas drogas, significa impedi-las de ingressar no mundo do crime e da violência.  
.::LIBERTO DE TODA CULPA::.

O CASO DA MULHER ADÚLTERA Cura pela Palavra de Deus para a culpa
Texto Base: João 8.1-11
Não é difícil pecar, decepcionar a Deus e a nós mesmos. Não é difícil mentir, adulterar, exceder-se no namoro, ser desonesto, ceder á lascívia, maldizer, magoar, quebrar promessas, render-se a um vicio. Difícil é conviver com a culpa que o pecado traz.
O sentimento de culpa é uma das forças mais poderosas que podem agir sobre nossas emoções. E ele está, de alguma forma, presente em todas as enfermidades interiores. Para resistir ao seu peso esmagador, o ser humano toma as atitudes mais diversas e radicais. Todas as pessoas vêem-se às voltas com a culpa e tentam lidar com ela, muitas vezes, da maneira errada. Constatamos isso na experiência dos personagens bíblicos e também na do homem moderno. Diante da culpa, alguns;
Esquivam-se como Adão ( Génesis 3.11-12)
Endurecem-se como Caim (Génesis 4.8-9}
Fogem como Moisés (Êxodo 2.11-15)
Enlouquecem como Saul (i Samuel 16.14)
Consomem-se como Davi (Salmos 32.1-5)
Choram como Pedro (Mateus 26.75)
Suicidam-se como Judas (Mateus 27.3-5)
A experiência da mulher adúltera, no entanto, ensina-nos a forma adequada e saudável de lidarmos com esse sentimento. Com ela aprendemos que só aos pés de Jesus podemos obter o alívio para esse peso, da culpa.

RECONHECENDO A CULPA
O primeiro passo para superar o sentimento de culpa é reconhecer o pecado. É por relutar em admití-lo que a maioria das pessoas afunda-se no remorso e na manipulação, em vez de crescer com seus erros e livrar-se deles.
O primeiro personagem que nos chama atenção nessa história é o adúltero. Ele merece destaque pelo simples fato de não aparecer no texto. Onde está ele? Obviamente o adultério é o tipo de pecado que não dá para se cometer sozinho! Mas a mulher foi levada à presença de Jesus sozinha. Na verdade, o que a lei estipulava ê que ambos os envolvidos no pecado fossem mortos. (Leia Lucas 20.10). Então, por que o homem não foi também? Talvez no seu coração ele não se sentia culpado. Amparado por uma consciência cauterizada e por uma sociedade machista, provavelmente o seu raciocínio era: "por que devo ser corrigido ou julgado? Não fiz nada de mais. Sou homem, e dos homens se esperam atitudes desse tipo. As mulheres, sim, devem ser recatadas e fiéis. Ela cedeu. Eu não tive culpa". Ele fazia uso de um mecanismo psicológico conhecido como "negação". Negava qualquer culpa para si mesmo, privando-se, de qualquer perdão.
Saiba que, ao menos que você amoleça o coração e assuma suas falhas, culpas e pecados, não poderá ser transformado pelo Senhor em um vaso novo, uma nova criatura. Sua vida não terá conserto! Claro, isso não é fácil. É sempre mais cómodo apontar o erro alheio, responsabilizar os pais, o mundo, os outros e mesmo Deus pelo que dá errado na vida. O primeiro passo é decisivo e o indispensável é reconhecermos a culpa, para que partamos da derrota em direção à vitória.
CONFESSANDO O PECADO
Ao contrário dos demais, a mulher adultera não tentou negar, justificar ou transferir suas responsabilidades, embora pudesse tentar fazê-lo, como os outros personagens da história. Assumiu a culpa, confessando-a com seu silêncio. Aquela mulher tinha, de fato as suas culpas. E fez com elas (suas culpas) o que de mais saudável um humano pode fazer: confessou-as. A Biblia diz: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia". (Provérbios 28.13).
Assuma as suas responsabilidades. Deixe de negar, projetar, esconder. Confesse seus erros humildemente ao Senhor, e faça-o de modo especifico: chame o pecado pelo nome! Exponha a Jesus as impurezas de seu coração, a fim de que ele tenha a oportunidade de levá-lo. Arrependa-se, e aposse-se do perdão. Paulo declara em Romanos 8.1: "Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus".
RECEBENDO O PERDÃO
Ao alimentar um mórbido sentimento de culpa, o ser humano nada mais faz do que se submeter a uma agonia desnecessária. Nossa dificuldade em aceitar o fato de que Deus nos perdoa quando, arrependidos, lhe confessamos os nossos erros, resulta da posição orgulhosa do nosso coração. No fundo, não aceitamos que a solução para o sentimento de culpa não esteja em nossas mãos. Continuamos achando que é preciso fazer alguma coisa. Achamos que podemos e devemos pagar pela nossa restauração, não queremos ficar devendo nada para Deus.Mas o fato é que não podemos pagar nada. Somos absolutamente impotentes, tudo o que nos resta a fazer é receber.
Meu querido irmão há alguma culpa a afligi-lo? Não se endureça. Você não deve racionalizar, esconder, transferir e nern manipular. Tampouco fique afundando-se no remorso e na autocondenação. Confesse-a e deixe-a aos pés da cruz. Certamente sua vida será bem diferente daí em diante.
À medida que formos caminhando ao lado de Cristo, erraremos menos e encontraremos formas mais saudáveis e espirituais de lidarmos com os erros que, ainda cometermos.
Aquela mulher foi levada aos pés de Cristo violentamente, arrasada pelos fariseus, sob os gritos da multidão. Mas nós temos o privilégio de ser conduzidos à sua presença pela voz firme e suave do Espírito Santo, É ele quem nos convence do pecado, da justiça e do juízo. (João 16,8). A voz do Espírito nos fala ao coração, toca nossa consciência, coloca diante de nós o pecado para pagá-los.
Você está ouvindo a voz do Senhor neste momento? Não estará na hora de dizer alguma coisa para o Senhor?
Leituras Complementares;
       Salmo 51; João1:8-10; Romanos 5:1-8


CONTATOS: (21) 88137845
EMAIL.jrrc79@hotmail.com



.::O SILÊNCIO DE DEUS::.
                                                                     SILÊNCIO DE DEUS
 Cura peia Palavra de Deus para a ansiedade

Texto Base: Apocalipse 8.1-6
Algo que nos desconcerta é sentir o céu em silencio. Se oramos e
não obtivermos resposta, se não sentimos paz, se não ouvimos urna palavra que nos dê solução ou conforto, então sobrevém-nos uma ansiedade que nos consome, uma solidão que nos massacra.
Vemos na Bíblia que muitos homens e mulheres de Deus tiveram seus momentos de ansiedade, angustia e desânimo.
Mas o que acontece quando Deus não faia? Esse foi o drama de Saul, o primeiro rei de Israel. Ele estava prestes a enfrentar urna batalha muito difícil contra o exército dos filisteus, maisji ume roso e mais bem armado que o seu. A bíblia diz que. "Vendo Saul o acampamento dos filisteus, foi tomado de medo, e muito se estremeceu o seu coração. Consultou Saul ao Senhor, porém o Senhor não lhe respondeu, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas", (l Samuel 28.5-6). Os Céus guardaram silêncio, e ele desesperado não conseguiu suportar o peso esmagador do silêncio de Deus. Na esperança de receber alguma mensagem do além que o confortasse, consultou uma médium. Foi um erro fatal, segundo as Escrituras, custou-lhe a vida. (l Cr 10.13).
O texto de apocalipse 8.1-6 ensina que pode haver silêncio no céu. Mas ia existe constantes louvores, trovões, exclamações, cânticos, brados e proclamações. Entretanto lemos que, ao ser aberto o sétimo selo, "houve silêncio no céu cera de meia hora".
Pode haver silêncio no céu. As vezes ele acontece por causa dos nossos pecados (leia Isaias 59.1-2). Esse foi o caso do rei Saul. Mas há casos em que ele pode, apenas fazer parte dos planos de Deus para nossa vida.
QUANDO HÁ SILÊNCIO NO CÉU, PREPARAM-SE GRANDES COISAS
Ao contrário do que podemos pensar em momentos de angústia e ansiedade nos quais suspiramos por uma resolução rápida para os problemas, o silêncio no céu não é sinal de inatividade, mas sim de cuidadosa preparação.
Às vezes oramos e não ouvimos resposta. Pedimos orientação e continuamos confusos. Entregamos a Deus um problema, e esse não se resolve. Diante de tais acontecimentos, podemos estar certos de que o Senhor nos prepara, lá do céu, grandes bênçãos.

QUANDO HÁ SILÊNCIO NO CÉU, AS ORAÇÕES SÃO RECEBIDAS.
Deus pode não estar falando, mas certamente está ouvindo. Quando há silêncio no céu, as orações são recebidas.
Quando há silêncio no céu, Deus esta operando. E nós também devemos trabalhar. Isso inclui a oração. Se não ouvimos respostas ás nossas orações, concluímos que o Senhor não nos ouve e deixamos de orar. Isso é um grande erro. Pelas nossas orações e pela graça do Pai, bênçãos maravilhosas estão sendo preparadas no céu. Nossa persistência será decisiva para a vitória.
O salmista diz: "Esperei confia n te m ente pelo Senhor, ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por-socorro". {Salmos 40.1). Precisamos perseverar e continuar orando. -",.
QUANDO HÁ SILÊNCIO NO CÉU, OUVE-SE BARULHO NA TERRA.
O texto nos revela que, "E o anjo tomou o incensório, encheu-o do fogo do altar e o atirou a terra. E houve trovões, vozes, relâmpagos e terremoto. (Vs. 5).
Há ocasiões em que a voz do céu é percebida pelo barulho dos acontecimentos. Começamos a orar por aígo ou por alguém e parece que tudo se transtorna.
Já lhe aconteceu de orar por uma situação e as coisas piorarem? Acredite, é bom sinal! Não desanime.
Uma ilustração mostra que uma senhora cristã resolveu entrar em batalha de oração pelo seu filho que era alcoólatra, Pois-se a orar, jejuar e clamar a Deus pela sua salvação. Sabe o que aconteceu? O rapaz piorou. Ele passou a beber mais, como nunca. Ele bebeu tanto que se acidentou com o carro e foi internado em estado grave. No hospital, fez finalmente a sua decisão ao lado de Cristo, O agravamento de seu quadro era, na verdade, o principio de sua restauração.
Quando há silêncio no céu, ouve-se barulho na terra. Mas isso não significa que o bem perdeu sua luta contra o mal. A noite é sempre mais escura um pouco antes do amanhecer. Tal escuridão não é o atestado de óbito da nossa esperança, mas a certidão _de nascimento da nossa vitória.
QUANDO HÁ SILÊNCIO NO CÉU, DEUS ENVIA A SUA RESPOSTA
Pondo termo ao silêncio celestial, Deus envia sua resposta àquele que a agradou confiantemente. A intercessão dos santos e a graça do Senhor convocaram os anjos e prepararam o palco. Agora eles vão tocar (verso 6). E, assim tocam, poderosas obras de libertação e juízo se realizam. Deus em pessoa vem socorrer os seus escolhidos.
Já houve na sua vida um momento em que o céu esteve em silêncio? Talvez você esteja passando por isso agora mesmo. Lembre-se de que, nessas horas, grandes coisas são preparadas, as orações são recebidas, e que, embora a terra se agite, o socorro certamente vem. Aleluia! Não deixe, pois, de orar, vigiar, trabalhar, perseverar e confiar. Toda palavra de Deus é pura, ele é escudo para os que nele confiam. (Provérbios 30.5).
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